domingo, 7 de julho de 2013

MÃES MÁS

Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
"Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão".
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar pelas balas que tiraram da mercearia, ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé duas horas junto deles, enquanto limpavam o quarto: tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por eles, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que poderiam me odiar por isso - e em alguns momentos até me odiaram.
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... porque no final eles venceram também!
E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer, quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim... Nossa mãe era má! Era a mãe mais má do mundo..."
As outras crianças comiam doces no café da manhã, e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora - tocava nosso celular de madrugada.
Era quase uma prisão; mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que eles faziam.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorasse só uma hora ou até menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil.
Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis.
Eu acho que ela dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata.
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos.
Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde, e aquela "chata" levantava para saber se a festa foi boa - só para ver como estávamos ao voltar.
Por causa de mãe, nós perdemos algumas experiências da adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "Pais Maus", tal como a nossa mãe foi.
Eu acho que é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes "MÃES MÁS".
Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra 

sábado, 6 de julho de 2013

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ...

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
"Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. 

Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu..
Ser seu amigo... já é um pedaço dele...


Chico Xavier

sexta-feira, 5 de julho de 2013

LUZ DO MUNDO

 
Jesus, o Mestre dos mestres, tinha sempre palavras de estímulo aos que O seguiam.
Ninguém como Ele utilizou de forma tão excelente os vocábulos de incentivo a quem pretendesse estar com Ele.
É assim que nos credencia a herdeiros do Universo, pois que somos filhos do Pai que tudo criou, bem como nos chama Filhos da Luz, ramos da videira, aqueles que podem fazer tudo o que Ele fez e muito mais.
De forma amiúde, ficamos nos questionando a respeito de algumas de Suas afirmativas.
Por nos considerarmos tão pequenos, tão distantes da grandeza de que Se reveste o Mestre de Nazaré, indagamo-nos se Ele estaria certo ao nos ofertar tais credenciais.
Filhos da Luz? Nós, que nos sentimos ainda tateando em sombras densas?
Andar no mundo como Filhos da Luz, enquanto temos luz? De que luz dispomos? De que intensidade é nossa luz?
Então, nos lembramos do valor de um fósforo em plena escuridão.
Quando o breu se faz porque a energia elétrica sofre uma pane, como a luz débil de um fósforo faz a grande diferença!
Disse alguém que nos podemos considerar como um fósforo aceso.
Sim, a chama não ilumina grande distância, mas faz a diferença entre a escuridão total e uma pequena claridade.
Claridade que nos retira, por breves segundos, embora, da insegurança total das trevas.
Claridade que nos permite ver o outro, perceber que não estamos sós, que mais alguém compartilha conosco daquela situação. E nos darmos as mãos.
Claridade que nos permite ir em busca de uma lanterna, de uma vela, de um lampião.
Ou, se nada disso se tiver, acender um outro fósforo. E outro, e mais outro.
Quem sabe, fazer um clarão maior, enquanto a energia elétrica não se restaura.
Em se tratando da sociedade, podemos imaginar o mesmo valor dessa pequena luz.
Se somos um fósforo de dignidade que se acende quando a corrupção anda à solta, fazemos a diferença.
Porque a nossa chama mostra a outros o nosso valor e motiva a que os demais resolvam acender a sua própria chama.
Se, em meio à indiferença geral, somos o fósforo que aquece a alma e a vida de quem sofre; se em meio à covardia moral, mostramos a luz da correta conduta; se, enfim, somos a pequenina chama da amizade, da justiça, da fé, quanta luz espalharemos por onde passarmos?
Tinha, portanto, toda razão Jesus ao nos estimular a andar no mundo como Filhos da Luz, andar enquanto tivermos luz.
A luz ilumina onde se apresente e mostra cores, onde somente havia trevas;
Mostra pessoas onde somente havia solidão; acena esperança onde grassa a infelicidade.
Pensemos nisso e atendamos ao incentivo do Mestre de Nazaré.
Não nos preocupemos com a chama pequena, oscilante ou de duração efêmera.
Mostremos nossa luz. Mesmo que somente seja para acender outra luz.
Será a nossa contribuição para o mundo de alegrias, risos e cores que todos desejamos para nós, para nossos filhos, para as gerações futuras.

Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

NÃO TE IMPACIENTES

Não te Impacientes
A Paternidade Divina é amor e justiça para todas as Criaturas.Quando os problemas do mundo te afogueiam a alma, não abras o coração à impaciência, que ela é capaz de arruinar-te a confiança.Quantos perderam as melhores oportunidades da reencarnação, unicamente por se haverem abraçado com o desespero!


A impaciência é comparável à força negativa que, muitas vezes, inclina o enfermo para a morte, justamente no dia em que o organismo entra em recuperação para a cura.
Se queres o fruto, não despetales a flor.
Nas situações embaraçosas, medita caridosamente nos empeços que lhe deram origem! Se um irmão faltou ao dever, reflete nas dificuldades que se interpuseram entre ele e os compromissos assumidos. Se alguém te nega um favor, não te acolhas a desânimo ou frustração, de vez que, enquanto não chegarmos ao plano da Luz Divina, nem sempre nos será possível conhecer, de antemão, tudo o de bom ou de mal que poderá sobrevir daquilo que nós pedimos. Não te irrites diante de qualquer obstáculo, porquanto reclamações ou censuras servirão apenas para torná-los maiores.
Quase sempre, a longa expectativa em torno de certas concessões que disputamos, não é senão o amadurecimento do assunto para que não falhem minudências importantes.
Não queremos dizer que será mais justo te acomodes à inércia. Desejamos asseverar que impaciência é precipitação e precipitação redunda em violência.
Para muitos, a serenidade é a preguiça vestida de belas palavras. Os que vivem, porém, acordados para as responsabilidades que lhes são próprias sabem que paciência é esperança operosa: recebem obstáculos por ocasiões de trabalho e provações por ensinamentos.
Aguarda o melhor da vida, oferecendo à vida o melhor que puderes.
O lavrador fiel ao serviço espera a colheita, zelando a plantação.
A casa nasce dos alicerces, mas, para completar-se pede atividades e esforços de acabamento.
Não te irrites.
Quem trabalha pode contar com o tempo. Se a crise sobrevêm na obra a que te consagras, pede a Deus não apenas te abençoe a realização em andamento, mas também a força precisa para que saibas compreender e servir, suportar e esperar.

Médium: Chico Xavier Autor: Emmanuel

quarta-feira, 3 de julho de 2013

LEMA DA VIDA

 Indagas, muita vez, alma querida,
Como apagar ofensas,
Conforme ensinas, crês, queres ou pensas
No perdão por dever...
Fita o mundo em que moras,
Todo bem que se faz ou que se imortaliza
Conserva por divisa :
Renovar e esquecer.

A noite cria a escuridão que aflige
Pelo fardo das sombras exteriores,
Mas eis que surge a aurora e canta em cores,
Saudando o novo dia a renascer...
Nada recorda as trevas dissipadas,
O Sol fulge nos lares onde estamos,
Não longe louvam pássaros nos ramos :
Renovar e esquecer.

O grande rio abaixa-se de todo
Para abraçar os córregos da serra
E colhe humildemente os detritos da terra,
A servir e a correr;
Por mais que se lhe atire pedra e lodo à face,
Não revida, não chora, não blasfema,
Segue espalhando amor, sustentando por lemna:
Renovar e esquecer.

No mar, a tempestade grita em fúria
A nave mais potente, a mais ampla e veloz,
recorda simplesmente uma casca de noz
Em férrea luta por sobreviver...
Depois a paz do Céu derrama-se no abismo,
O torvelinho cessa, a estrada é mansa
E a maré balbucia a oração da esperança:
Renovar e esquecer.

Assim também, se amados te esqueceram,
Se pelos bens, que aguardas e produzes,
Recebes tão-somente as lágrimas e as cruzes
De provas que te fazem padecer,
Desculpa, serve, ampara, ama e auxilia
E encontrarás enfim, por mais triste ou cansada,
A clara voz de Deus, lembrando-te na estrada:
Renovar e esquecer.

ESQUECER PARA RENOVAR


Chico Xavier - Maria Dolores

terça-feira, 2 de julho de 2013

UMA QUESTÃO DE ESCOLHA

Escolher quer dizer preferir, selecionar, optar. Toda nossa vida é feita de escolhas.
Por mais indecisos que sejamos, ao abrir os olhos pela manhã, teremos que optar entre permanecer na cama, esquecendo as horas, ou levantar.
A opção continua na primeira refeição da manhã: cereal, frutas, chá, café, pão integral, pão branco, mel, açúcar ou adoçante.
Desejar bom dia ou resmungar qualquer coisa, ou ficar calado. São opções.
Sair de carro, dar uma caminhada, correr para não perder a condução ou fazer de conta que não tem compromisso nenhum.
Ser gentil no trânsito, cedendo a vez a outro carro, em cruzamento complicado, ou fazer de conta que ninguém mais existe no caminho além de você mesmo.
Não jogar nada pelas janelas do carro ou emporcalhar todo o caminho por onde passa, tudo é questão de escolha.
Escolha de como você deseja que seja o seu dia, a sua vida, o seu Mundo.
Você pode viver muito bem com todo mundo ou viver muito mal até consigo mesmo.
Você pode modificar o mau humor da sua chefia ou de seu colega de escritório, pode sintonizar com eles ou pode ficar na sua.
Você pode atender muito bem o seu cliente e ter sorrisos de retorno ou fingir que ele nem está aí, esperando que outro colega decida por atendê-lo.
Você pode se tornar uma pessoa quase indispensável, no Mundo, pela sua forma de ser.
Ou decidir por ser alguém que, se faltar, poucos ou talvez ninguém notará.
Contou-nos amigo nosso que, viajando por essas estradas de Deus, pelo interior do nosso Brasil, começou a sentir fome.
Aproximava-se o horário do almoço e porque ele e o companheiro de viagem não conhecessem muito bem aqueles caminhos, ficaram atentos a qualquer placa indicativa de lanchonete ou restaurante.
Mais alguns quilômetros percorridos e chegaram a um local que oferecia refeições.
Em cima do imóvel, escrito em letras grandes, em madeira firme, lia-se: Comida a escolê.
Logo entenderam que o proprietário ou proprietária se equivocara ao escrever. Talvez pelas poucas letras que tivesse.
Mas compreenderam, sem dúvida, que havia comida para se escolher.
Entraram e uma senhora muito simples os atendeu. Porque não houvesse cardápio à vista, perguntaram o que havia para lhes matar a fome.
Frango frito. Foi a resposta rápida.
E que mais?
Só frango frito. Respondeu de novo.
Mas a tabuleta diz comida a escolher. - Argumentou meu amigo.
Sim. Falou a senhora, sem pestanejar. O senhor escolhe se quer comer ou se não quer comer.
Tinha toda razão aquela senhora.
Tudo é opção.
Por isso, alguns de nós escolhem viver em clima de felicidade, com o pouco ou quase nada que tenhamos.
Outros optam por ser infelizes, com a abundância que desfrutam.
Uns recebem o diagnóstico de doença insidiosa e decidem lutar e viver o quanto seja permitido.
E curtem a natureza, a praia, a montanha, os passeios com a família, o cinema, a bagunça dos netos.
Outros, optam por se deixar morrer, sem combate.
Felicidade ou infelicidade. A decisão cabe a cada um de nós.
Todos sofremos perdas, doenças, lutas, no Mundo de provas e expiações em que nos movimentamos.
Todos também usufruímos alegrias, conquistas, dádivas, saúde.
O que fazemos com cada uma dessas coisas é o que estaremos fazendo com o nosso dia: alegria ou tristeza. Vitórias ou derrotas.
Pense nisso e escolha o que você deseja para você, agora, hoje, neste novo dia.
 
Abrace a alvorada que surge, viva as horas de bênçãos e quando a noite chegar, agradeça a Deus pelas felizes escolhas desse bendito tempo que se chama dia.
Amanhã, quando retornarem as horas a movimentar os ponteiros do relógio, você voltará a fazer as suas escolhas... muito boas escolhas.

Redação do Momento Espírita.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

RENOVE SUA SAÚDE - PENSAMENTOS POSITIVOS

Renove sua saúde por meio de afirmações positivas.
Todas as suas células e seus órgãos cumprirão integralmente seus deveres, se você não os maltratar com pensamentos negativos de descrença, de medo, de raiva, nem de vingança.
Envie pensamentos positivos de saúde a seus órgãos e células, e forneça a seu corpo alimentos sadios, para não lhe dar demasiado trabalho.

Interprete corretamente a frase de Juvenal: mente sã, corpo são.
Não é a mente que depende da saúde do corpo.
Ao contrário, é o corpo sadio que depende da mente sadia.
Quando o espírito está perfeitamente equilibrado, não há enfermidades que nos ataquem.
Cuide de sua mente, para que a saúde se reflita em todo o seu corpo.

Seja alegre e otimista! Quando se dirigir a seu trabalho, faça-o de coração alegre. O trabalho que você executa é digno de sua pessoa. Por menor que pareça, é de suma responsabilidade para você e para o mundo.
Não se esqueça jamais de agradecer a Deus o trabalho que lhe proporciona o Pão de cada dia.
Chegue ao local do trabalho com o coração feliz, e o trabalho se tornará um passatempo, um estimulante, que lhe trará, a cada novo dia, imensas alegrias e felicidade incalculável.

Não diga que não pode trabalhar em benefício dos outros.
Quantos mudos dariam uma fortuna para poderem falar como você!
Quantos paralíticos suspiram pelos passos que você pode dar!
Quantos milionários que entregariam suas riquezas, para terem um décimo da fé que você tem!
Não diga que não pode trabalhar!
Distribua os bens que Deus lhe concedeu, em gestos de bondade e palavras de carinho.

Se o sofrimento bateu à sua porta, não se desespere: são bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
O sofrimento parece a todos um mal, a dor apavora...
Mas, quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz de espírito, passamos a julgá-la menos dolorosa.
Para que sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação.

Do site Mensagem Espírita